sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Crónicas do Atlântico II

Eis que me encontro (finalmente) sóbrio.
Ainda há pouco pensei "Ele há coisas extremamente engraçadas". E porquê? A resposta é simples, caros "conginasianos" (e todos os outros): chego aqui feliz da vida para ver se havia algum sinal de actividade neste poço de sabedoria, e deparo-me com um post meu (sim, o episódio I das gloriosas Crónicas do Atlântico), do qual não apresento nenhum registo de memória. Sim, ao que parece dei o tiro de partida para esta saga algures entre a perdição da noite de ontem, e curiosamente não me recordo, mas ao menos acertei com o título e quase não dei erros a escrever. Notável.
Deixem que vos diga que tenho un vizinhos impecáveis. E teço este rasgado elogio a tais pessoas, e, diga-se, com grande entusiasmo, já que ontem apenas pelas 5 da madugada cessou a algazarra extrema que os 9 bêbedos (eu incluído) estavam a fazer - com muita razão, diga-se, porque aquele pónei roxo que estava no meu quintal era deveras hilariante. Ora que hoje contei em cima do balcão da minha cozinha cerca de 50 garrafas de cerveja, 2 de tinto, 1 de martini e 1 de whisky, completamente vazias, mas com 2 significados extremamente importantes: 1º - estava encontrada a razão para a minha dor de cabeça matinal e a secura da boca; 2º - é simplesmente genial que um grupo de bêbedos consiga ter o seu alarme da preocupação ambiental, separando as garrafas para posteriormente as colocar no vidrão, apesar do elevado teor alcoólico que a conversa, gargalhadas e afins já levava. Toma lá, Al Gore!
Queria apenas deixar-vos com uma imagem do que foi o meu fim de tarde aqui na terra: um passeio de barco junto à costa, até uma vila próxima, seguido de jantar (peixinho fresco grelhado, comme il faut) numa esplanada à beira-mar, a degustar um extraordinário sumo de cevada, seguido de novo passeio de barco, agora nocturno, de regresso à cidade. Magnífico!

Mais, muito mais virá.

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