Era, efectivamente, uma noite tranquila... ou começara por sê-lo, com um jantar intimista em minha casa (ainda por cima) cozinhado não por, mas para mim! Comecei por tomar a decisão (cada vez menos complicada) de deixar o carro em casa - e, como tal, acompanhar a requintada refeição com o igualmente requintado vinho abafado que o Rui deixara cá na última festa. O "néctar", com gelo, parece sumo...mas muito melhor! O resultado é fácil de prever.
Quando me dirigi ao sítio onde a noite habitualmente começa, a alegria já era bastante. Não imaginava que os meus colegas/alunos/amigos (a cada um o que é de direito, passo o pelágio) se juntariam a mim a horas pouco próprias. Afinal era cedo, e era só o princípio!
Para alguns a noite, quando começa, não tem perspectivas de acabar... parece que sou assim. Ruas, pessoas, caipiroskas (a supremacia da vodka sobre a cachaça, evidentemente), conversas (mais ou menos disconexas), dança em sítios mais ou menos duvidosos... e, por fim, a viagem de táxi mais ou menos atribulada e palavras e frases com pouco (ou nenhum) sentido proferidas/suspiradas/entoadas/cantaroladas até Campo de Ourique. E acordar, de manhã, num sofá preto e confortável, e voltar para casa sem saber bem como nem porquê.
É bom estar de volta:)
segunda-feira, 26 de maio de 2008
sábado, 24 de maio de 2008
Chegada a casa... após mais uma noite de folia...
Como podem ver ... o título diz tudo... acabei de chegar a casa e são neste momento 5:20 da manhã. Estava muito bem, eu , Rui Basílio de Carvalho,a dormir (ou quase) pacificamente no meu sofá quando recebo uma chamada.... Rodrigo gym... Só penso... mau algo se passa... pois era uma "vontade de sair"... e em quem é que ele pensou???? uma das pessoas fui eu... não sei se me deverei sentir lisonjeado ou ultrajado... por um lado, pensar em divertir-se à noite e afins, é sempre bom que se lembrem de mim... Mas por outro lado... Quem mais para se levantar da caminha e ir rumar até ao bairro alto... e beber copos até nunca mais???? bem gosto de acreditar mais na primeira... mas só vos digo uma coisa... esta noite foi cheia de nvas denominações, marcas, qualidades e outros nomes que queiram dar ao que se passou... leiam os próximos... irei escrever alguns pormenores sórdidos desta noite... mas nunca se esqueçam... a única maneira de saberem tudo o que se passa é estarem lá... por isso FAÇAM SENTIR MAIS VEZES A VOSSA PRESENÇA!!!!
Um grande beijo e abraço a quem de direito. Mais não digo e vejam o próximo post... poderá ser ... "engraçado"....
Um grande beijo e abraço a quem de direito. Mais não digo e vejam o próximo post... poderá ser ... "engraçado"....
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terça-feira, 6 de maio de 2008
Já que se falou em viagens...
Não conseguindo igualar a viagem que a nossa querida amiga Rita está a fazer, gostaria ainda assim de vos deixar as minhas impressões de Genebra, para que possam equacionar uma futura visita.
Chegámos ao aeroporto de Genebra antes da hora prevista. As malas chegaram com uma rapidez incrível, facto que me fez logo exclamar para comigo mesmo "Pois está claro que sim... Afinal, estamos na Suiça, país dos relógios e o deles não está atrasado". Agora que penso nisso foi uma frase muito estúpida... Mas adiante...
Estávamos calmamente à espera do nosso amigo João, os minutos passavam e João nem vê-lo. Aparentemente o relógio dele é "tuga" a 100%. Até que finalmente vimos lá bem ao longe o nosso grande amigo João, que prontamente explicou que se tinha atrasado por causa de uma prova de vinhos proporcionada pelo chefe. E eu a pensar cá para mim "que belo chefe, este é cá dos meus!". Uma segunda frase que me ecoava na cabeça era: "Bem, se este gajo nos vem buscar neste estado... eu nem quero imaginar o quão duros irão ser os desafios que teremos que ultrapassar nesta visita...".
Chegámos à paragem do autocarro e cedo me deparei com uma realidade que até então me era desconhecida e até esse mesmo instante pensava ser uma impossibilidade física. Vi que os transportes públicos tinham horários a cumprir... ou seja, em todas as paragens estava especificado qual a hora (o detalhe vai ao minuto) que os autocarros passariam. Esta era uma situação quase tão incrível quanto o facto de que quem nos foi buscar repetia muitas vezes a mesma história (ou estória para quem for mais piquinhas).
Avançando um pouco, Genebra é uma cidade bonita, mas não esperem Paris, com a sua quantidade infindável de "coisas" para ver.
Outro ponto importante foi o facto de no 1 de Maio estar tudo fechado. Quando digo tudo refiro-me a lojas, supermercados e afins... enfim coisas que se não estiverem bem abastecidos em casa, provavelmente morrerão à fome, pois nada se encontra aberto. Coisa engraçada é que, nas festividades do 1 de Maio, no centro de Genebra havia uma grande "festarola" com imensos grupos de música e com algo que está no coração de todo o bom português... Super Bock e Sagres. Pois é verdade, lá o que mais se bebia era este néctar divino produzido em Portugal!
Bem vou acabar por aqui hoje que os olhos já se estão a fechar. Daqui a um ou dois dias conto o resto. Isto, é claro, se não houver muita gente a queixar-se!
Chegámos ao aeroporto de Genebra antes da hora prevista. As malas chegaram com uma rapidez incrível, facto que me fez logo exclamar para comigo mesmo "Pois está claro que sim... Afinal, estamos na Suiça, país dos relógios e o deles não está atrasado". Agora que penso nisso foi uma frase muito estúpida... Mas adiante...
Estávamos calmamente à espera do nosso amigo João, os minutos passavam e João nem vê-lo. Aparentemente o relógio dele é "tuga" a 100%. Até que finalmente vimos lá bem ao longe o nosso grande amigo João, que prontamente explicou que se tinha atrasado por causa de uma prova de vinhos proporcionada pelo chefe. E eu a pensar cá para mim "que belo chefe, este é cá dos meus!". Uma segunda frase que me ecoava na cabeça era: "Bem, se este gajo nos vem buscar neste estado... eu nem quero imaginar o quão duros irão ser os desafios que teremos que ultrapassar nesta visita...".
Chegámos à paragem do autocarro e cedo me deparei com uma realidade que até então me era desconhecida e até esse mesmo instante pensava ser uma impossibilidade física. Vi que os transportes públicos tinham horários a cumprir... ou seja, em todas as paragens estava especificado qual a hora (o detalhe vai ao minuto) que os autocarros passariam. Esta era uma situação quase tão incrível quanto o facto de que quem nos foi buscar repetia muitas vezes a mesma história (ou estória para quem for mais piquinhas).
Avançando um pouco, Genebra é uma cidade bonita, mas não esperem Paris, com a sua quantidade infindável de "coisas" para ver.
Outro ponto importante foi o facto de no 1 de Maio estar tudo fechado. Quando digo tudo refiro-me a lojas, supermercados e afins... enfim coisas que se não estiverem bem abastecidos em casa, provavelmente morrerão à fome, pois nada se encontra aberto. Coisa engraçada é que, nas festividades do 1 de Maio, no centro de Genebra havia uma grande "festarola" com imensos grupos de música e com algo que está no coração de todo o bom português... Super Bock e Sagres. Pois é verdade, lá o que mais se bebia era este néctar divino produzido em Portugal!
Bem vou acabar por aqui hoje que os olhos já se estão a fechar. Daqui a um ou dois dias conto o resto. Isto, é claro, se não houver muita gente a queixar-se!
segunda-feira, 5 de maio de 2008
O Colega
Venho-vos hoje contar, uma história, uma situação, uma «cena marada 'man'!» que presenciei no dia de ontem, 1º domingo de maio a.k.a ''Dia da Mãe''.
Abreviando muito mais que o costume, sim porque eu tenho a plena noção que sou um bocado chato, ontem estive com um colega da minha mãe simplesmente único. Único porque é um senhor que apesar do seu elevado cargo, um homem que inspira algum respeito (e deveria transpirar também algum) insiste em falar somente utilizando calão.
Há quem se sinta ofendido e há quem se ria às lágrimas (meu caso). Não é todos os dias que conhecemos uma pessoa capaz de empregar uma panóplia tão grande de gíria e calão numa só frase, resultando numa eloquência tal que se fosse censurada com um ''Pi'', como se costuma fazer na TV, cada vez que o senhor falasse pareceria que estava a tentar comunicar em código Morse.
Acho não só fantástico como positivo utilizar o calão no dia a dia, pois o português é para ser falado na sua extensão completa.
Só para terem uma ideia daquilo a que me refiro, vou-vos contar um arrufo entre este magnífico personagem e um arrumador de carros, que se passou alguns dias antes.
Ora este senhor chega ao parque de estacionamento, e com a ''ajuda'' do arrumador, estaciona o carro.
Depois de o veículo devidamente arrumado, sai do carro, dirige-se ao arrumador, não para lhe dar uma esmola, mas sim uma lição de moral:
«PSHHT olha lá!, chega lá aqui que eu quero falar contigo pá; eu cá não te vou dar nada, e sabes porquê? Para não te dar maus hábitos ouvistes? Porque senão todos os dias que vier aqui tenho que te dar esmola e eu não estou para dar esmolas a um gajo que passa a vida a abanar o jornal e a chutar para a veia.... e mais....se eu chego aqui algum dia e vejo um risco que seja no meu ''Marcedes'' (aparentemente o senhor não sabia dizer Mercedes, era ''marcedes'' não sei porquê) venho ter contigo e levas um tiro no chispe, ouviste?»
O arrumador costumava guardar lugares no parque com caixas de fruta para quem lhe costumava dar esmola... escusado será dizer que o nosso ''herói'' não reagiu bem:
«Epá cheguei lá um dia pá, e o bacano tinha caixas a tapar os lugares... vê bem isto... saí do meu Marcedes e comecei a partir os caixotes todos ao pontapé que para o gajo aprender, que este tipo de merdas não se faz pá, não pago nem um tusto. Até digo mais, dei uma biqueirada num com tanta força que me ficou enfiado até à coxa, e ameacei mandar-lhe com um a cabeça caso ele se armasse outra vez em génio»
Simplesmente brilhante...
E assim acaba mais um texto que era para ser sucinto mas não foi, que era para ter graça mas não teve... só me resta desejar à cara amiga Rita um bom resto de viagem, já que não posso falar directamente com ela, e que estamos todos ansiosos por saber novidades do Leste Europeu.
Abreviando muito mais que o costume, sim porque eu tenho a plena noção que sou um bocado chato, ontem estive com um colega da minha mãe simplesmente único. Único porque é um senhor que apesar do seu elevado cargo, um homem que inspira algum respeito (e deveria transpirar também algum) insiste em falar somente utilizando calão.
Há quem se sinta ofendido e há quem se ria às lágrimas (meu caso). Não é todos os dias que conhecemos uma pessoa capaz de empregar uma panóplia tão grande de gíria e calão numa só frase, resultando numa eloquência tal que se fosse censurada com um ''Pi'', como se costuma fazer na TV, cada vez que o senhor falasse pareceria que estava a tentar comunicar em código Morse.
Acho não só fantástico como positivo utilizar o calão no dia a dia, pois o português é para ser falado na sua extensão completa.
Só para terem uma ideia daquilo a que me refiro, vou-vos contar um arrufo entre este magnífico personagem e um arrumador de carros, que se passou alguns dias antes.
Ora este senhor chega ao parque de estacionamento, e com a ''ajuda'' do arrumador, estaciona o carro.
Depois de o veículo devidamente arrumado, sai do carro, dirige-se ao arrumador, não para lhe dar uma esmola, mas sim uma lição de moral:
«PSHHT olha lá!, chega lá aqui que eu quero falar contigo pá; eu cá não te vou dar nada, e sabes porquê? Para não te dar maus hábitos ouvistes? Porque senão todos os dias que vier aqui tenho que te dar esmola e eu não estou para dar esmolas a um gajo que passa a vida a abanar o jornal e a chutar para a veia.... e mais....se eu chego aqui algum dia e vejo um risco que seja no meu ''Marcedes'' (aparentemente o senhor não sabia dizer Mercedes, era ''marcedes'' não sei porquê) venho ter contigo e levas um tiro no chispe, ouviste?»
O arrumador costumava guardar lugares no parque com caixas de fruta para quem lhe costumava dar esmola... escusado será dizer que o nosso ''herói'' não reagiu bem:
«Epá cheguei lá um dia pá, e o bacano tinha caixas a tapar os lugares... vê bem isto... saí do meu Marcedes e comecei a partir os caixotes todos ao pontapé que para o gajo aprender, que este tipo de merdas não se faz pá, não pago nem um tusto. Até digo mais, dei uma biqueirada num com tanta força que me ficou enfiado até à coxa, e ameacei mandar-lhe com um a cabeça caso ele se armasse outra vez em génio»
Simplesmente brilhante...
E assim acaba mais um texto que era para ser sucinto mas não foi, que era para ter graça mas não teve... só me resta desejar à cara amiga Rita um bom resto de viagem, já que não posso falar directamente com ela, e que estamos todos ansiosos por saber novidades do Leste Europeu.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Novas do Leste - parte I
Carissimos fundadores/contribuidores regulares e ocasionais e curiosos... esta e, realmente, a era da comunicacao! Estou do outro lado da Europa, perto do extremo oposto, e o maravilhoso hostel onde me encontro (em oposicao a pardieiros diversos onde ja pernoitei pela Europa fora, noutras ocasioes) tem, entre outras facilidades, a possibilidade de utilizar a internet...de graca! A palavra "gratis" e, alias, igual em varios sitios, e neste tambem. A falta notoria de acentos deve-se as barreiras de linguagem, eventualmente ultrapassaveis, mas nao neste caso, devo confessar.
Este pais e diferente de tudo o que conheci ate hoje, e creio que vou aproximar-me de locais onde poderei imaginar com detalhe os acontecimentos da famosa triologia...locais selvagens e (quase) inexplorados, reconditos e repletos de magia. Lugares que nos fazem esquecer os detalhes que tantas vezes nos detem, os entraves da rotina, e reparar que temos sempre a nossa espera algo maior...algo que ainda nao vimos, nao vivemos. Que, afinal, nao e o "pouco" mas o " quase tudo" que esta por vir.
Este pais e diferente de tudo o que conheci ate hoje, e creio que vou aproximar-me de locais onde poderei imaginar com detalhe os acontecimentos da famosa triologia...locais selvagens e (quase) inexplorados, reconditos e repletos de magia. Lugares que nos fazem esquecer os detalhes que tantas vezes nos detem, os entraves da rotina, e reparar que temos sempre a nossa espera algo maior...algo que ainda nao vimos, nao vivemos. Que, afinal, nao e o "pouco" mas o " quase tudo" que esta por vir.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Notícia de Última Hora

Caros amigos...minha gente...
É com grande pesar que vos informo que estou aborrecido para além do normal, em parte porque tenho um exame amanhã e por outra parte porque acabei de ver o Senhor dos Anéis: As Duas Torres pela... 17ª (?) vez e descobri um pormenor extraordinário.
Ora bem, se estão recordados deste particular episódio das duas torres, desta preciosa saga... sim porque eu acredito que alguns de vós não se lembrem (nem todos padecem do mesmo mal que eu, mal este que insiste em que eu veja o mesmo filme vezes sem conta até memorizar totalmente ou praticamente o filme).
Se se lembrarem, dou-vos os meus parabéns, são tão doentes quanto eu, tem a minha autorização como fundador deste blog para saltarem este parágrafo.
Senão se lembrarem, dêem um salto à FNAC agora, comprem a trilogia, vejam-na pelo menos duas vezes (a primeira é só uma ensaboadela, o cérebro tem muita coisa para assimilar ao mesmo tempo, só da segunda vez é que começam a estar realmente atentos ao pormenores, não aconselho uma terceira pois pode causar cegueira temporária, ouçam a voz da experiência...). Vejam lá isso num instante, eu espero...
Já está? Ok vamos lá então...
Há uma altura, mais ou menos a meio do filme, aos 40 min de filme se não estou em engano, em que as tropas de Saruman, mais concretamente o pelotão dos wargs (cães montados por orcs) lutam contra o povo de Rohan que tenta chegar à fortaleza de Helms Deep. Antes do confronto propriamente dito, dois tipos que vão em cavalos mais à frente da caravana, os súbditos do rei, de nomes Gamling e Hàma (fixem este nome), são atacados exactamente por um warg, e penso que Hàma morre, visto que a última vez que o vemos ele está entre os dentes de um warg (um cão de um tamanho de um cavalo com uma boca cheia de dentes em igual proporção), ou seja muito provavelmente não sobreviveu.
Bem mais tarde, já em Helms Deep, aparece um puto, que outrora foi forçado a alistar-se no exército de Rohan (muitas crianças e velhos foram obrigados a participar nesta guerra por falta de soldados), que se apresenta como Haleth, filho de Hàma. E eu ainda não tinha reparado nisto... O puto é filho do gajo que foi morto pelo cão, conseguiram reparar? Os nomes são iguais.
Eu não acredito em coincidências... nada me fará crer que o puto e o gajo que foi morto pelo cão não pertencem à mesma família, que foi fruto da imaginação, diga-se, pouco fértil de John Ronald Reuel Tolkien, um esquema retorcido para não ter que inventar mais nomes.
Quer dizer este gajo tem cabeça para inventar 3 canhanhos daqueles, uma história do caraças e depois repete os nomes das personagens? Não me parece... Acho que ele pretendia mesmo que chegássemos a esta conclusão... eles são pai e filho... conclusão esta que eu vos apresento aqui, numa bandeja de prata, para não terem vocês que sofrer e ver o raio do filme tantas vezes como eu para chegar à mesma conclusão...digam lá... quem é amigo?
Para quem está completamente chocado com isto, pois também nunca tinha reparado... meus irmãos/irmãs...como eu vos entendo...não precisam de me agradecer... faço isto por nós todos
Para quem está chocado por outros motivos, qualquer coisa para o estilo:
- «mas que relevância tem isto para a minha vida?»
- «mas este gajo é doido?!»
- «estive eu a perder o meu tempo a ler esta gaita toda só para ele me dizer isto?!»
- «sou doente terminal e acabei de desperdiçar preciosos minutos da minha vida a ler este blog em vez de estar com a minha família...»
- «gaita estive aqui a ler isto e deixei o arroz que estava ao lume agarrar ao fundo do tacho, que desperdício de arroz!»
- «podia ter estado a fazer qualquer coisa mais produtiva em vez de estoirar o meu tempo a ler merdas destas na net»
- «eu só queria mesmo era ver umas tipas nuas e vim parar a um blog dum gajo que muito resumidamente tem sérios problemas...que se lixe...vamos lá procurar outra vez no Google: sexy hot legs...»
Todos estas especulações, muito seguramente vão levar-vos a uma conclusão, provavelmente podem só aperceberem-se disto mais tarde, mas, como todos os outros, também lá chegarão... A derradeira conclusão que se resume a uma só frase, que me tem a mim como sujeito subentendido
«vou matá-lo...».
Pois bem, o que eu tenho para vos dizer é... metam-se na fila e não se acotovelem sff...
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